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I N T E R N A U T A S -M I S S I O N Á R I O S

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Comentários Prof.Fernando


Comentários Prof.Fernando (*) 2ºdom.tempo Comum        20janeiro2013

RESUMOS 2ª Sem.Tempo Comum: Is 62,1-5   Sl 96   1Cor 12,4-11   Jo 2,1-11
não será mais chamada DESERTA teu nome será MINHA PREFERIDA,BEM-CASADA. Como a noiva é a alegria do noivo, assim és a alegria de teu Deus. 
Há DIVERSIDADE de dons, mas um mesmo é o Espírito; e de ministérios, mas um mesmo é o Senhor. A cada um é dada a manifestação do Espírito EM VISTA DO BEM COMUM.
houve um casamento e estavam presentes a mãe de Jesus, além dele e seus discípulos. A água foi transformada em vinho. Este FOI O INÍCIO DOS SINAIS (realizou-se em Caná da Galileia): manifestou a sua glória e seus discípulos CRERAM NELE.

O ciclo do Natal terminou no 1ºdom.depois da Epifania, começando o Tempo Comum. É nesse tempo comum, na vida comum e no quotidiano da vida que podemos encontrar a transformação, a mudança para melhor. Na bíblia (especialmente nos livros proféticos) é frequente a imagem do banquete de casamento expressando o relacionamento de Criador com a humanidade. A mudança traz alegria, hoje simbolizada também no vinho da festa. Lembremos que no final da vida em sua cruz, darão a Jesus o vinagre (vinho estragado). Ele, ao contrário, trouxe o vinho novo. Os líderes do povo (simbolizados no Mestre de cerimônias) nunca dele provaram.
Os Sinais apontam para o autor da vida
Na construção literária do evangelho de João (a versão final terminou em 95 d.C. quando cristãos existiam há mais de 50 anos) o autor escolheu 7 “sinais” (servem para que os discípulos acreditem). Sinal é o que aponta para outra realidade maior do que esse desenho, gesto, figura. Entre nós é comum a gente entender o “sinal de trânsito”: um símbolo que serve para orientar o motorista e o pedestre. Nesse evangelho, o primeiro Sinal aparece na festa. Seguem (v. cap.4,46; 5; 6; 6,16; 9; 11) : a cura de um funcionário; a cura do aleijado; a multiplicação dos pães; andar sobre as águas; a cura do cego e a ressurreição de Lázaro (11,1-44),
Crer, acreditar, confiar nEle
O discípulo acredita, não propriamente no Sinal, mas em quem o produz. O homem de Nazaré vivia como todo mundo, ia às festas dos amigos. Como Messias (Cristo) seus gestos e sua palavra são Sinais que transformam. No evangelho joanino Maria só aparece duas vezes: na festa de Caná, e ao pé da cruz. Ela é Figura do verdadeiro discípulo e da comunidade cristã e de toda a Igreja. Ela esteve presente no primeiro Sinal e na alegria da vida e também no momento “crucial” (junto à “cruz”) que foi a entrega da vida nas mãos do Pai, morte causada pela inveja dos poderosos e pela superficialidade da massa, que aplaude e depois condena. Discípulos acreditam no Mestre. Seja no Sinal da alegria, seja na Hora da Paixão e na ressurreição do Mestre de Nazaré.
Comunidade = diversidade de dons na unidade do mesmo Espírito
1ªCoríntios diz: em comunidade, cada um tem seu próprio espaço, exercendo sua função, seu carisma conforme suas qualidades. A unidade é dada pelo mesmo Espírito. Não sejamos como o Mestre de cerimônias da festa que não passa de espectador deslumbrado. Mas como Maria, ou como os garçons (seguem a orientação do Mestre). Nossa água será transformada em vinho. Os discípulos creram n’Ele (verso11). Cada qual em seu contexto na vida tem suas ocupações, sua casa, sua mesa, sua família, seu trabalho na sociedade. Se somos pobres levamos nossa água com alegria, pois Ele garante o vinho da vida. Ele é pão, luz e caminho. Com outro símbolo, o texto de João dirá que sob o golpe do soldado romano, saiu, do peito do crucificado, sangue e água, resgate e vida (a entrega de Deus ao ser humano). De banho tomado, iremos à grande festa, ao grande banquete do Reino.

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