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I N T E R N A U T A S -M I S S I O N Á R I O S

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Somos templos de Deus

DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DO LATRÃO

FESTA

9 de Novembro de 2014
Ano  A

-SOMOS TEMPLOS DE DEUS- José Salviano


A liturgia deste domingo é em dedicação a Basílica de Latrão,  a primeira catedral do mundo. Jesus Cristo nos deu a honra de vir habitar em nós pela Eucaristia, transformando-nos em templo vivo...Continua

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“O ZELO POR TUA CASA ME CONSUMIRÁ”! – Olívia Coutinho

32º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Dia 09 de Novembro de 2014

Evangelho Jo 2,13-22

A cultura dos tempos atuais nos induz a valorizar  mais  o externo, e assim vamos  deixando de cuidar do principal que é o nosso interior, de onde vem o amor que nos une como irmãos
Numa sociedade cada vez mais distante de Deus, impera o individualismo, a ganância, grande inimigos que nos  distanciam dos verdadeiros valores.
O evangelho de hoje, chama a nossa atenção sobre a importância de eliminarmos tudo aquilo que nos impede de fazer do nosso coração, um templo vivo onde Jesus possa habitar e agir no mundo através de nós! 
No texto que nos é apresentado, podemos perceber claramente a indignação de Jesus diante a  inversão de valores! O templo, isto é, um lugar de oração, onde deveria ser um local de encontro de irmãos,  estava sendo transformado num lugar de comercio, de  exploração! 
 Jesus, indignado, age repentinamente  expulsando os vendedores e os animais.  Já com  as pombas,  Jesus foi mais ameno, Ele  não as expulsou,  apenas pediu que as retirassem dali, provavelmente em respeito aos pobres, pois as pombas, certamente eram  as suas oferendas!
É importante termos a consciência de  que a preocupação de Jesus, não era com o templo de pedra, e sim, com o templo de pedra viva que é a vida humana! Jesus sabia da esperteza dos guardiões do templo, conhecia o coração de cada um, estava ciente da exploração que eles praticavam contra o povo, principalmente contra os pequenos.
Sempre que deparamos com este evangelho, é comum ficarmos centrados na atitude dura de Jesus ao expulsar os vendilhões do templo, e com isso não meditamos  o cerne do evangelho, que é a apresentação de Jesus, como o verdadeiro templo  de Deus!
 Jesus se apresenta como templo vivo de Deus, quando Ele diz: “Destruí este templo, e em três dias o levantarei.”  mas esta  apresentação de Jesus,  não foi reconhecida por aqueles que estavam voltados somente para as coisa materiais. Enquanto Jesus falava do templo vivo de Deus, que era Ele, eles estavam voltados para o templo de “pedra”, ou seja, para as coisas materiais. O que  pode  acontecer conosco também, muitos de nós, não reconhecemos  Jesus como o Senhor da nossa vida, por estarmos  voltados  para as coisas materiais!
 “O zelo pela casa do meu Pai me consumirá”, estas palavras, descritas nas escrituras, prenunciavam o caminho da Cruz, que seria percorrido por Jesus! Hoje, nós sabemos que foi o seu zelo pelo o que é do Pai, isto é, o humano, que levou Jesus à  morte, sabemos também, que foi o  amor do Pai pela humanidade, que O ressuscitou!
Jesus, o templo de Deus, ligados a Ele, somos também o templo vivo onde habita Deus!
Como fieis seguidores de Jesus, precisamos nos comprometer mais com a construção e com a conservação do templo vivo de Deus,  que é o humano!
Portanto, cuidemos bem uns dos outros, para que Deus possa fazer morada no meu e no seu coração!

FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia Coutinho

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9 de Novembro = Jesus e expulsou todos do Templo
Evangelho - Jo 2,13-22

Ser  cristão não é ser bonzinho, no sentido de bobinho, que diz amém  a tudo e a todos.  E, exatamente pela alta taxa de santidade, é chamado de ingênuo, ou seja, sua santidade é interpretada como ingenuidade, principalmente por aqueles que  fingem viver o Evangelho de forma social. Como isso não existe, na verdade, tais pessoas não passam de fanáticos pela política. Que é a maneira de agir para se conseguir alguma coisa.
Ser cristão é imitar a Cristo que hoje nos mostra que podemos e devemos ser duros com as coisas erradas, isto é, tentando sempre separar o pecado do pecador, nós devemos denunciar e combater as injustiças. É por isso que temos direito à perseguições.  Quantas vezes já fui perseguido nesta vida por criticar as coisas erradas, por denunciar injustiças e corrupções.    
"Tirai isto daqui!  Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!" Jesus com um chicote improvisado na mão, virou a mesa.  Porque Jesus não suporta coisas erradas, injustiças, iniqüidades etc.
       Essa atitude enérgica de Jesus,  que para uns foi uma atitude violenta, causou a indignação daqueles que eram os responsáveis por todo aquele desmando diante do Templo. Então os sumos sacerdotes, os mestres da Lei e os anciões  se aproximaram de Jesus e perguntaram:   “Com que autoridade fazes essas coisas? Quem te deu autoridade para fazer isso?”    Jesus que sabia o que pensavam aqueles que estava enciumados, e se sentindo prejudicados em seu lucrativos negócios, nos quais exploravam o povo em nome de Deus, respondeu àquela pergunta com outra pergunta. 
Jesus respondeu:  “Vou fazer-vos uma só pergunta. Se me responderdes, eu vos direi
com que autoridade faço isso. O batismo de João vinha do céu ou dos homens?
       Por que Jesus fez esta pergunta? Porque João Batista ao batizar as pessoas , já lhes perdoava os pecados sem cobrar nada. Ao passo que no Templo, tudo era cobrado.  
       Foi assim, que Jesus sendo o próprio Deus, e por isso tinha resposta para tudo, deixou os mestres da lei e sacerdotes em uma situação difícil, sem nenhuma saída.
“Se respondermos que vinha do céu, ele vai dizer: Por que não acreditastes em João?  Devemos então dizer que vinha dos homens? Mas eles tinham medo da multidão,
porque todos, de fato, tinham João na qualidade de profeta. Então eles responderam a Jesus:  Não sabemos.”

Se as autoridades judaicas admitem que o batismo de João procedia de Deus, então teriam de agüentar esta pergunta de Jesus: Então, por que continuam sacrificando animais para o perdão dos pecados?
Para Jesus o perdão dos pecados é obtido independentemente dos sacrifícios do Templo. Fora do Templo também se oferece esse perdão. Nem também só por meio de João. O próprio Jesus perdoa os pecados. Dessa forma Jesus destrói os fundamentos da significação do Templo e da sua importância. Ordena o término da matança de animais para o sacrifício, mas sim, em vez disso, ele ordena que seja feita partilha entre os pobres.  “EU NÃO QUERO SACRIFÍCIO, MAIS SIM CARIDADE”.
Sal

CONCLUSÃO
O Evangelho de hoje nos mostra os sumos sacerdotes, os fariseus e os doutores da lei questionando Jesus sobre sua autoridade. Muitas vezes, vemos pessoas que duvidam das verdades da fé e questionam o próprio Deus sobre a legitimidade de suas ações e de seus princípios, mas se formos analisar mais a fundo a vida das pessoas que manifestam tal atitude, veremos que na verdade as suas vidas é que apresentam aspectos contraditórios porque os seus princípios de vida não são legítimos. Essas pessoas querem, na verdade, legitimar a sua vida marcada pelo erro e pelo pecado, por princípios que, na verdade, encontram o seu fundamento unicamente no egoísmo. (CNBB)

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Evangelhos Dominicais Comentados

09/novembro/2014 – Dedicação da Basílica do Latrão

Evangelho: (Jo 2,13-22)


Hoje celebramos a festa de aniversário da dedicação da Basílica de Latrão, mãe de todas as Igrejas, e no Evangelho nós encontramos Jesus expulsando os vendedores do templo. Já pensou? Jesus com um chicote na mão? É difícil imaginar Jesus nervoso, derrubando mesas e jogando pelos ares cadeiras e, até mesmo, gaiolas de pássaros e dinheiro.

Era época da Páscoa. Milhares de pessoas se dirigiam para Jerusalém para celebrar a festa, para oferecer seus sacrifícios e cumprir suas promessas. Os comerciantes aproveitam-se da ocasião para ganhar dinheiro de forma desonesta, cobrando preços abusivos por seus produtos. 

Parece que tudo continua igual. Dois mil anos se passaram e pouca coisa mudou de lá para cá. Basta chegar a época das festas, para os preços sofrerem grandes alterações. A remarcação acontece de maneira abusiva, sem o menor critério, sem o menor respeito pelo cliente.

A lei da oferta e da procura determina o preço do produto. Quando a remarcação acontece nos centros comerciais, shoppings e supermercados, apesar de discordarmos, dá até para entender, pois estamos falando de empresas comprometidas com o capital, cujo único objetivo é obter grandes lucros.




No entanto, quantas vezes essas coisas acontecem em locais santos e sagrados, até mesmo nas comunidades cristãs. Quantas vezes a quermesse paroquial deixa de ser um encontro comunitário para transformar-se somente em fonte de renda com preços abusivos e, não raro, superiores aos praticados pelo comércio local.

É preciso zelo pela casa do Pai! Sabemos que o dízimo não é levado a sério pela maioria dos católicos. Poucos têm consciência que sem o dízimo a comunidade não caminha, no entanto, os produtos religiosos, imagens, velas e tudo mais devem ser comercializados com preços justos.

Esse comércio tem que ser criterioso e ético. Deve servir para atender ao paroquiano e, eventualmente, complementar o orçamento da comunidade. Jamais deve ser sua principal fonte de renda.

Trazendo este Evangelho para os nossos dias, não é difícil imaginar Jesus com um chicote na mão, expulsando os comerciantes desonestos e gritando “Tirem daqui essas coisas. Não façam da casa de meu Pai um mercado!”

Os quatro evangelistas narraram este episódio. Isto mostra a importância de preservarmos a casa de Deus. Jesus ficou indignado com a cena que viu ali. Nós também não podemos, de maneira passiva, ver a casa de oração transformada num covil de mercadores.

(1704)

















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